segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Nova Geração

Antigamente por volta das décadas de 60 a 70, os filhos ficavam independentes muito cedo, portanto eles iam embora para outras cidades buscas uma vida melhor para se viver. Buscando empregos e melhores condições de vida, mas em 90% dos casos ou mais, eles chegam a esses novos lugares, geralmente cidades grandes, mas nunca arrumam melhores condições de vida, em quase todos os casos viram andarilhos ou moradores de rua e nunca mais conseguem voltar, com algumas exceções, quando alguma ONG ou alguém ajuda.
Já nos dias de hoje, os jovens são muito mais mimados pelos seus pais, assim gera um prolongamento da adolescência, a chamada geração-canguru, com essa geração os filhos vivem mais tempo as custas dos pais, pois hoje em dia também o mercado de trabalho exige mais dos empregados, ai os jovens precisam de mais estudo e experiência, sendo assim moram mais tempo com os pais antes de virarem independentes.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

O Computador e a Câmera digital

Certo dia um computador disse a uma câmera digital.
-O que pensa que está fazendo?
-Nossa dona me esqueceu aqui em cima da cama, ou acha que vim parar aqui sozinha?
-Ah sim, ok.
-Nossa! Por ser um computador você deveria ter visto, gravado e ter me dado todas as informações.
-Você com todo esse tamanho acha que pode me dar ordens.
-Tamanho não é documento, querido!!
-Sim, e você tem o que, dois MB só filma e bate foto.
-Posse ter só isso, mas nossa dona me utiliza muito mais que você, sou mais portátil mais bonita. Você é grande e nem pode se mexer dessa mesa.
Sim, sou maior não sou portátil, mas não tenho tanto perigo de cair e me espatifar no chão, tenho mais funções e desculpa, mas nossa dona utiliza você só nos finais de semana e já eu é todo o dia.
-Ah, mas assim não fico tão gasta, não vou ser trocada em tão pouco tempo...
-Sabe câmera, eu acho que esta discussão não vai nos levar a nada, cada um tem e foi comprado pra ser utilizado para uma função, não somos iguais.
-Pois é, vou ser guardada hoje e nos veremos só daqui a muito tempo.
-Sinto muito, me desculpe não gosto de ter essa relação com você.
-Ok, meu amigo.
-Mas mesmo assim continuo sendo melhor
-He He engraçadinho!

O lápis e a borracha

Era um vez um lápis,que disse a uma borracha:
- Por que você está me olhando deste jeito como se valesse alguma coisa a alguém? Afinal, você só serve para apagar os erros escritos pelas pessoas, já eu sou muito importante, pois me usam toda a hora, comigo escrevem os mais belos textos e poesias.
A borracha respondeu:
- Você acha que só porque escreve os sentimentos das pessoas, é mais importante do que eu mas você se engana, porque se não fosse pelos erros escritos por você eu poderia passar por coisas muito melhores, e teria outras funções.
O lápis disse:
- Você só está aqui tendo essa simples função por minha causa, senão você nem estaria aqui e não teria nenhuma função. A borracha ficou muito triste porque o lápis estava falando que ela não prestava pra nada. Ela foi até sua amiga borracha, pediu se ela achava que as borrachas eram inúteis como o lápis falava, a amiga disse:
- Claro que não, pois se não fosse por nós os lápis nem poderiam ser ocupados, pois não teriam como arrumar, e como existem as borrachas eles escrevem e nós apagamos. Sem nós eles seriam inúteis também.

Ana Carolina

A Lâmpada e a Tomada

Em um finalzinho de tarde, a chuva estava muito forte, quando de repente uma nuvem cobriu a sala e a deixou escura, alguém ligou a luz, nesse momento, começou a discussão, a lâmpada se acendeu e...ela exclamou "eu sou boa mesmo, quando escurece eu ilumino!" mas a coitada exclamou isso para ela mesma, como se fosse um pensamento em alto volume, quando a tomada que era brava e eletrizada retrucou "O quê?!?!? Se não fosse por mim você nunca acenderia, nem produziria essa luz fraca e falha que você produz".
A lâmpada desentendida ficou confusa e nem sabia o que falar. Mas em fim retrucou "Creeedo, você é uma escrota, depende dos outros para funcionar, se eu não existisse você nem teria utilidade, pois no fim você é apenas um meio de transporte para a eletricidade".
No fim a tomada deu uma descarga muito forte e matou a lâmpada. Mas a lâmpada que estava ao lado era a irmã da que havia queimado, esta sobreviveu, porque tinha uma potência mais forte, e simplesmente se recusou a acender-se novamente falando "Estou de luto". E assim a tomada ficou solitária e sem mais utilidades, pois as lâmpadas não se acenderam mais.

O Tênis e o Pé

Em uma bela tarde, João decide comprar um par tênis, pede para seu pai 350 reais para comprar o calçado.Seu eu pai puxa a carteira do bolso e lhe dá 4 notas de 100 reais, João sai feliz da vida atrás de sua nova compra.
João chega à loja e pede para ver o produto, a atendente o leva ao andar de cima, deixando-o bem à vontade para provar o que ele quisesse,logo escolhe, pede o número 39/40. Ao provar seu pé diz :
-Como você se encaixa bem comigo, tomara que João compre você
O calçado responde:
-Já fui provado por muitas pessoas,mas nenhum pé se encaixou tão bem com o meu formato, quero ir com você a qualquer custo.
Por sorte João decide comprá-lo, para a alegria dos dois.
Durante o caminho o tênis e o pé vão conversando
-Você tem algum apelido ?
- Pode me chamar de Jeremias
Não demora muito e João já chega em casa e a conversa fica para outra caminhada .

O Papel e as Palavras

Sobre um pequena mesa de centro, um livro aberto fora esquecido por Cleide, uma garota bonita, da 8ª série do Ensino Fundamental.
O que ela não imaginava é que uma grande grande briga estava prestes a acontecer no seu livro de histórias.
A folha dizia:
- Porque se acham mais importantes do que eu? só porque são coloridas, e de formas diferentes?
- Não, porque ao contrário do que sua mente desprovida de inteligência pensa, carregamos muitos significados! - respondiam as palavras.
- Mente desprovida de inteligência? Fiquem quietas, vocês estão presas, coladas em mim!
- Tem razão, mesmo que sejamos carregadas de conhecimento sabedoria, temos que admitir que não seriamos nada soltas ao vento, quem iria nos ver?
- É o que eu estou tentando dizer!
- E o que seria das páginas, se elas fossem em branco? Admita que juntos formamos um universo, cheio de aventuras e imaginação!

A faca e o garfo

Certa vez a faca parou para pensar porque o garfo era mais importante que ela, e os dois começaram a discutir sobre as suas utilidades:
- Sou garfo, tenho três dentes, sem eles ninguém conseguiria espetar os alimentos para comer.
A faca respondeu:
- Hahaha, e se eu não cortasse os alimentos como eles seriam mastigados ou levados até a boca?
Ficaram mais de um bom tempo discutindo até a faca desistir do assunto.
O garfo achando que estava com tudo em cima ficou lhe desprezando, até que um dia as facas decidiram fugir da gaveta e não voltar.
Os garfos notaram a falta que as facas faziam e imploraram para elas voltar, pois eles sozinhos não conseguiam cortar nenhum alimento, e assim ninguém conseguiria comer. As facas decidiram voltar, porque sozinhas não tinham utilidade também. Voltaram a conversar e fizeram as pazes, assim se deram conta que um sem o outro não tem utilidade.

Heboni

Um Apólogo

Era uma vez, em um corpo, o cérebro conversava com o coração:
- Eu sou o rei deste corpo, tudo o que eu peço os outros fazem.
- Não vou discutir com você senhor, sei que sem a sua existência eu não tenho casa, mas sem a minha também não.
- Até você admite que sou mais importante, sabe que vai perder a discussão, eu posso comandar a todos.
- Você esta muito enganado, sou um dos poucos órgão que agem sem o seu controle, e é através de mim que todo o sangue é bombeado. Não adianta seu controle sem a minha energia.
- Nisso você está certo, mas é em mim que tudo está armazenado, toda a inteligência, sensações e comandos, eu posso até destruir a nossa própria casa.
- Mas do que adianta todo inteligência, sem amor e é através de mim que as pessoas o expressam, sou eu que bato mais forte quando o amado é avistado, ao seu comando é claro, mas ninguém lembra disso.
Depois de um tempo para pensar na resposta o cérebro responde:
- Com a minha razão, posso acabar com o seu amor, pelo menos na maioria dos casos.
O coração também não respondeu, mas passando alguns minutos ele disse:
- Como diz Shakespeare duas coisas são certas na vida, a morte e o amor e as pessoas abstêm-se de palavras e colocam a minha imagem para demonstrar este amor, sem você existe a morte, sem mim não existe amor.

A triste história da caneta e do papel

- Ei !! Você me machucou, não me aperta não, porque assim eu posso rasgar.
A caneta nem deu ouvidos, continuou a escrever, até que o papel gritou de novo.
- Socorro!!! Alguém me ajuda, estou partindo.
- Para de ser assim papel, ninguém vai sentir sua falta se você partir.
Nesse tempo o papel chorou, chorou e chorou, ninguém consiguia detê-lo.
-Papel não chora eu só estou falando a verdade,você não é nada e eu vou rasgá-lo.
-Você é uma pessoa do mal,se eu não sou nada, imagina você que um dia vai acabar.
-E você não vai? Você apodrece muito mais rápido do que eu quer falar o quê.
A caneta continuou sendo esse objeto maldoso e sem coração só brigava com o papel, e o papel sempre um bom menino teve que se passar de ruim para se defender.
Os anos se passaram e essas brigas continuavam. A discussão dos dois era frequente foi quando o papel começou a não se sentir bem, cansava com pouca coisa, e a qualquer hora estava chorando e com hábitos que não eram dele, só pensava em morrer e morrer.
Na visita de Bartolomeu médico, foi confirmado que o que o papel sentia não era nada mais e nada menos do que uma doença a tal chamada depressão, que ja estava muito avançada não dando tempo de Bartolomeu cuidar do papel.
Algumas semanas depois o papel se enforcou, hoje a caneta que ainda não acabou, mas está muito idosa mal e mal consegue caminhar, chora como uma criança e se sente muito arrependida.

A TV e o controle

Certa noite não havia ninguém em casa,a família resolvera jantar fora. De repente ouve – se a grossa voz do controle:
- Comigo as pessoas nem precisam se levantar do sofá para mudar o canal ou aumentar o volume.
- HAHAHA, como você se acha! E ainda não sabe que é por SUA causa que as pessoas estão cada vez mais sedentárias e com problemas de obesidade.
- Se elas estão com todos esses problemas, é por causa delas mesmas, não tenho total culpa disso, você também, acha que se eu não existisse as pessoas se exercitariam e sairiam mais invés de ver TV? Claro que não, elas se sentariam no sofá.
- Eii não me meta nisso – disse o sofá.
- Tá bom, ta bom. Com um prato de comida e veriam TV do mesmo jeito e sem mim iriam escolher um canal e não mudariam por umas boas horas.
- AAH! Você nem sabe do que está falando.
- Eu posso até não saber, e você pode ate ser o mais importante, mas também você é praticamente o total responsável para os problemas das crianças e adultos obesos e sedentários.
Depois dessa discussão a família logo chegou e a tv e o controle não se falam mais.

Madeira x Prego

Tudo acontece desde o tempo que os monarcas iniciam sua jornada na França, em uma discussão de dois marujos que precisam fazer uma chalana, porém só há dinheiro para comprar um dos dois, ou seja, madeira ou o prego.
- É, sem mim, não tem como flutuar nestas águas poderosas do rio Voltaire, ainda hoje, um dia chuvoso, vento a flor da pele, ondas fortíssimas e destaque ao luar de uma noite fria, exclamou a madeira.
Já o prego, também sabe arranjar motivos para ser utilizada não merecendo a madeira.
- Ela é fraca, não aguentaria três ondas que já cairia, com a força do vento e feito com a mesma poderia apodrecer com a acidez do rio misturado com gases da chuva ácida. Já eu, com a ação de um pequeno martelo, poderia fixar muito bem materiais encontrados na natureza, capacitando a grande força e como sou metálico, apenas enferrujo, não apodreço.
- Mentiroso, seu magnata falsário, que vive por dinheiros.
- Teria como provar que não?
- Sim, você é substituído por apenas folhas de coqueiros fedidas, pedaços de pedras bem presas comigo.
- Não acredito em você, seu prego enferrujado, irresponsável!
- Siga assim, quem sabe por ser grande você vai ser escolhido.
- Fique longe anão de metal!
- Pelo menos não sou feito com madeira e não sou marrom.
Por fim os dois marujos conseguem igualar finanças e comprar os dois, mas com menos quantidade e aproveitando os materiais da natureza.

A almofada e seu sofá

Era uma vez um sofá, que disse a uma almofada:
-Por que está toda charmosinha, se achando uma rainha?
-Não é da sua conta.
-Oras, apenas queria saber.
-Tudo bem, acho que posso contar, mas depois não vai ficar sonhando, porque sofazinhos como você nunca chegam a lugar nenhum. Diferente de mim, uma bela almofada!
-Almofadas como você não chegam a lugar nunhum, com essa mania de grandeza, mas vamos conte-me?!
-Não vou discutir com você hoje, preciso relaxar para minha noite, vou ser decoração em uma das festas mais esperadas do ano.
Depois de saber a notícia o sofá esqueceu de tudo o que a almofada havia dito e lhe desejou sorte, a almofada de tão orgulhosa nem se quer agradeceu.
A hora da festa havia chegado e a almofada estava toda feliz, mas a jogaram de lado e levaram o sofá em seu lugar.
Quando a festa acabou e o sofá voltou para seu lugar e viu a almofada toda tristinha em seu canto foi conversar com ela:
-Por que esta assim minha amiga?
-Não se faça de boba, sabe o quanto queria estar em seu lugar. Você realmente estava certa quando falou que eu não chegaria a lugar nenhum com meu jeito de ser.
-Falei só por raiva, e quer saber?! A festa nem estava legal, virão muitas outras pela frente e tenho certeza de que você irá nas melhores.
-Obrigada pela força, depois de tudo o que falei você ainda me ajuda, obrigada mesmo!!!
Depois disso os dois viraram grandes amigos e nunca mais brigaram.

Caderno x Lápis

No início dos tempos as pessoas notaram que tinham a necessidade de criar algo que eles pudessem guardar escrito o que eles queriam. Resolveu-se então criar o caderno, pois não se dava para levar pedras onde eram esculpidas coisas para todos os lugar para onde você estava indo.
Com a criação do caderno consecutivamente tivemos que inventar algo para podermos escrever em suas folhas e isso acabou levando para a invenção do lápis. Muito anos se passaram e o lápis e o caderno se tornaram coisas essencias nas nossas vidas, objetos quais não podemos viver sem. Isso causou uma intriga entre essas duas grandes criações do homem, uma queria falar que era muito mais importante do que a outra.
O caderno todo cheio de orgulho falava para o lápis que ele era muito mas muito mais importante que o lápis pois ele é quem guardava todas as coisas que as pessoas queriam gravar para guardar para sempre ou se lembrarem, que era la que as pessoas escreviam quando precisavam expor seus sentimentos, quando queriam escrever algo para alguém e entre muitas outras coisas que podem ser feitas no caderno. Más no meio desse discurso todo o seu fiel amigo indignado falou para o caderno que podiam fazer tudo isso com ele mas quem possibilitava isso era o lápis e por isso o caderno deveria dar mais atenção para ele pois sem ele nada disso seria possível o caderno seria apenas um maço de folhas para as pessoas fazerem origamis ou bolinhas de papel
e sua existência seria inútil.
O caderno retrucou para o lápis dizendo que sem o lápis ele poderia até não ser grande coisa,mas sem o caderno para escrever o lápis também não seria nada e que um precisava do outro por isso andavam sempre juntos, o lápis percebendo que isso era a mais pura verdade resolve perdoar seu velho amigo caderno por ele ter se vangloriado e voltaram ser bons amigos.

O Prego e o Martelo

Um certo dia um prego falou a um martelo:
- O que você faria da vida se eu não existisse?
- Ora muito que você seria útil sem mim, retrucou o martelo.
- Pois veremos, qualquer objeto resistente consegue bater na minha cabeça e fazer com que eu afunde em uma madeira.
O martelo que escutou o carpinteiro chegar ficou quieto o prego logo percebeu sua presença e se calou. O carpinteiro que logo continuou o serviço do dia anterior, utilizou o prego e o martelo.
Chegando ao final do dia o carpinteiro já cansado, colocou o martelo de lado e saiu de sua marcenaria.O martelo então após refletir fala ao prego:
- Durante este dia pensei e cheguei a conclusão que você tem razão, não serviria pra nada sem você.
- Pois eu também pensei e percebi que para nada nós serviríamos se não trabalhássemos em conjunto.
Depois deste dia nem o prego nem o martelo discutiram sobre a sua utilidade.

Cada um tem sua importância

Sobre aquela velha escrivaninha, estava a folha de papel e ao seu lado como sempre, no antigo porta lápis, o lápis, há muito desgastado, o qual sempre rabiscara outras folhas.
Certo dia, durante as anotações rotineiras de seu dono, o lápis, cansado de tanto rabiscar a mesma folha, falou:
- Eu não suporto mais! Ficar me desgastando numa folha tão imunda como essa, eu mereço algo melhor!
A folha irritadissima com esse comentário, retrucou:
- Você se acha o todo poderoso! Senhor lápis! E o pior de tudo é que se acha importante, mas não passa de um velho lápis que tenho que aguentar todos os dias, fazendo cócegas em minhas linhas.
- Se eu não existisse, em você não haveria escrito nada, eu com toda certeza, sou mais importante.
- Ah, mas não é não! Sem mim, você não teria onde escrever todas as frases maravilhosas que nosso dono cria, eu sou mais importante!
Ouvindo todas esta discussão, o porta lápis interviu:
- Um não é nada sem o outro! Os dois são muito importantes, nenhum é mais ou menos importante.
Os dois pararam para refletir e decidiram algo: parariam de discutir e com isso produziram belos textos.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

"Muitas pessoas discordam sobre o voto ser obrigatório, mas se fosse livre não teria mais graça? Ou será que pouquíssimas pessoas votariam? Afinal, se o voto não fosse obrigatório seria apenas mais um feriado e provavelmente muitas pessoas gostariam muito mais de fazer aquela viagem com os amigos.
O voto é mais um direito de todas as pessoas e se pensarmos dessa forma o voto não precisaria ser obrigatório e assim não se tornando um tanto cansativo! Todos deviam se importar com quem vai governar seu país e votar para que ele se torne melhor. Todos devemos pegar nossos títulos de eleitor com muito orgulho e dizer "Eu voto para um mundo melhor".

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A doce vida dos filhos-cangurus

Hoje em dia os jovens são muito mimados desde cedo os pais fazem tudo que eles querem, os acostumando muito mau e ao mesmo tempo eles passam mais tempo com seus pais tendo uma vida fácil com tudo na mão, na minha concepção isso ajuda muito para que no futuro deles, eles não queiram sair de casa para ir estudar, para ficar em casa, não tendo que se preocuparem com aluguel, empregada, comida e uma responsabilidade tão grande quanto ter sua casa, assim morando com os pais seus gastos são apenas com eles mesmos ainda de ganharem tudo feito, tudo arrumado.

A concepção dos jovens de hoje é mais realista quando se trata do mundo lá fora, eles sabem o quanto é difícil, complicado e caro ter uma casa onde você não tem ninguém que faz tudo sem cobrar, onde você passa a ter responsabilidades que não são nada fáceis, por isso eles se acostumam e vendo que o mundo lá fora não é nada fácil eles não querem perder suas mordomias preferindo morar com seus pais e tendo uma adolescência prolongada.