segunda-feira, 30 de junho de 2008

Rsenha Crítica

Joaquim Maria Machado de Assis (1839 - 1908) era filho do mulato Francisco José de Assis, pintor de paredes e descendente de escravos alforriados, e de Maria Leopoldina Machado, uma portuguesa da Ilha de São Miguel. Machado de Assis, que era canhoto, passou a infância na chácara de D. Maria José Barroso Pereira, viúva do senador Bento Barroso Pereira, na Ladeira Nova do Livramento, onde sua família morava como agregada. De saúde frágil, epilético, gago, ficou órfão de mãe muito cedo e também perdeu a irmã mais nova.Em 1869, casa-se com a portuguesa Carolina Augusta Xavier de Novais, em 1873, ingressa no Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, como primeiro-oficial.Foi um escritor brasileiro, considerado um dos mais importantes nomes da literatura desse país e identificado, pelo crítico Harold Bloom, como o maior escritor afro-descendente de todos os tempos. É considerado um dos criadores da crônica no país, além de ser importante tradutor.É considerado por muitos o maior escritor brasileiro de todos os tempos e um dos maiores escritores do mundo, enquanto romancista e contista. Suas crônicas não têm o mesmo brilho e seus poemas têm uma diferença curiosa com o restante de sua produção: ao passo que na prosa Machado é contido e elegante, seus poemas são algumas vezes chocantes na crueza dos termos.O estilo literário de Machado de Assis tem inspirado muitos escritores brasileiros ao longo do tempo e sua obra tem sido adaptada para a televisão, o teatro e o cinema. Em 1975, a Comissão Machado de Assis, instituída pelo Ministério da Educação e Cultura, organizou e publicou as edições críticas de obras de Machado de Assis, em 15 volumes. Suas principais obras foram traduzidas para diversos idiomas.

No livro Quincas Borbas, Rubião recebe uma herança de seu amigo, e passa a viver no Rio de Janeiro, onde conhece um casal.Algum tempo depois, Rubião apresenta os mesmos sintomas de loucura que levará seu amigo Quincas Borbas á falência e o leva também.O livro quis mostrar que os ricos têm tudo, enquanto o pobre nada.Nós achamos que a trama do livro foi muito bem escrita, e com um assunto apropriado para a sua época, pois conta a vida de um homem humilde, que chegou a uma cidade grande vinda de uma pequena, e sua tentativa de se integrar ao mundo dos ricos.Porém, o autor poderia ter mostrado mais a ingenuidade de Rubião ao viver no meio de ricos de uma cidade grande e ter que se postar como eles.E também mostrado mais como vivia Rubião na sua antiga cidade, assim os leitores poderiam ter mais facilidade de comparar as duas formas de vida.

Amanda, Augusto e Thiago

Resenha Crítica

Joaquim Maria Machado de Assis (1839 - 1908) era filho do mulato Francisco José de Assis, pintor de paredes e descendente de escravos alforriados, e de Maria Leopoldina Machado, uma portuguesa da Ilha de São Miguel. Machado de Assis, que era canhoto, passou a infância na chácara de D. Maria José Barroso Pereira, viúva do senador Bento Barroso Pereira, na Ladeira Nova do Livramento, onde sua família morava como agregada. De saúde frágil, epilético, gago, ficou órfão de mãe muito cedo e também perdeu a irmã mais nova.
Em 1869, casa-se com a portuguesa Carolina Augusta Xavier de Novais, em 1873, ingressa no Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, como primeiro-oficial.
Foi um escritor brasileiro, considerado um dos mais importantes nomes da literatura desse país e identificado, pelo crítico Harold Bloom, como o maior escritor afro-descendente de todos os tempos. É considerado um dos criadores da crônica no país, além de ser importante tradutor.
É considerado por muitos o maior escritor brasileiro de todos os tempos e um dos maiores escritores do mundo, enquanto romancista e contista. Suas crônicas não têm o mesmo brilho e seus poemas têm uma diferença curiosa com o restante de sua produção: ao passo que na prosa Machado é contido e elegante, seus poemas são algumas vezes chocantes na crueza dos termos.
O estilo literário de Machado de Assis tem inspirado muitos escritores brasileiros ao longo do tempo e sua obra tem sido adaptada para a televisão, o teatro e o cinema. Em 1975, a Comissão Machado de Assis, instituída pelo Ministério da Educação e Cultura, organizou e publicou as edições críticas de obras de Machado de Assis, em 15 volumes. Suas principais obras foram traduzidas para diversos idiomas




No livro Quincas Borbas, Rubião recebe uma herança de seu amigo, e passa a viver no Rio de Janeiro, onde conhece um casal.
Algum tempo depois, Rubião apresenta os mesmos sintomas de loucura que levará seu amigo Quincas Borbas á falência e o leva também.
O livro quis mostrar que os ricos têm tudo, enquanto o pobre nada.
Nós achamos que a trama do livro foi muito bem escrita, e com um assunto apropriado para a sua época, pois conta a vida de um homem humilde, que chegou a uma cidade grande vinda de uma pequena, e sua tentativa de se integrar ao mundo dos ricos.
Porém, o autor poderia ter mostrado mais a ingenuidade de Rubião ao viver no meio de ricos de uma cidade grande e ter que se postar como eles.
E também mostrado mais como vivia Rubião na sua antiga cidade, assim os leitores poderiam ter mais facilidade de comparar as duas formas de vida.

Machado de Assis - Biografia

Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis, aquele que viria a tornar-se o maior escritor do país e um mestre da língua, perde a mãe muito cedo e é criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que freqüentará o autodidata Machado de Assis. De saúde frágil, epilético, gago, sabe-se pouco de sua infância e início da juventude. Criado no morro do Livramento, consta que ajudava a missa na igreja da Lampadosa. Com a morte do pai, em 1851, Maria Inês, à época morando em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contato com professores e alunos e é até provável que assistisse às aulas nas ocasiões em que não estava trabalhando. Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender. Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Contava, também, com a proteção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde foram agregados seus pais. Aos 16 anos, publica em 12-01-1855 seu primeiro trabalho literário, o poema "Ela", na revista Marmota Fluminense, de Francisco de Paula Brito.Com 17 anos, consegue emprego como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, e começa a escrever durante o tempo livre.Começa a publicar obras românticas e, em 1859, era revisor e colaborava com o jornal Correio Mercantil. Em 1860, a convite de Quintino Bocaiúva, passa a fazer parte da redação do jornal Diário do Rio de Janeiro. Além desse, escrevia também para a revista O Espelho (como crítico teatral, inicialmente), A Semana Ilustrada(onde, além do nome, usava o pseudônimo de Dr. Semana) e Jornal das Famílias.primeiro livro foi impresso em 1861, com o título Queda que as mulheres têm para os tolos, onde aparece como tradutor. No ano de 1862 era censor teatral, cargo que não rendia qualquer remuneração, mas o possibilitava a ter acesso livre aos teatros. Nessa época, passa a colaborar em O Futuro, órgão sob a direção do irmão de sua futura esposa, Faustino Xavier de Novais. Publica seu primeiro livro de poesias em 1864, sob o título de Crisálidas. Em 1867, é nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial.Agosto de 1869 marca a data da morte de seu amigo Faustino Xavier de Novais, e, menos de três meses depois, em 12 de novembro de 1869, casa-se com Carolina Augusta Xavier de Novais.Nessa época, o escritor era um típico homem de letras brasileiro bem sucedido, confortavelmente amparado por um cargo público e por um casamento feliz que durou 35 anos. D. Carolina, mulher culta, apresenta Machado aos clássicos portugueses e a vários autores da língua inglesa.Sua união foi feliz, mas sem filhos. A morte de sua esposa, em 1904, é uma sentida perda, tendo o marido dedicado à falecida o soneto Carolina, que a celebrizou. Seu primeiro romance, Ressurreição, foi publicado em 1872.No O Globo de então (1874), jornal de Quintino Bocaiúva, começa a publicar em folhetins o romance A mão e a luva. Escreveu crônicas, contos, poesias e romances para as revistas O Cruzeiro, A Estação e Revista Brasileira.




Amanda, Daniela, Heboni e Heloísa.

Helena

O coração para, conselheiro morre
tudo se apaga, como uma vela na chuva
sua herança ? seu testamento ?
uma dúvida, um mistério.

Surge Helena
como uma luz na escuridão
despertando vários coracões que há muito tempo estavam congelados
acendendo o ardente desejo da paixão.

Helena e Estácio, metade irmãos e metade apaixonados
um amor quase impossível
que não pode ser vivido
mas sonhado com todos os detalhes.

Dona Úrsula, a governanta,
criou eles como filhos,
amor de mãe
inexplicável, imcomparável.

Como pode a morte unir dois coracões
e a ao mesmo tempo separá-los
Estácio e Helena
unidos pelo amor, separados pela morte.



Amanda, Daniela, Heboni e Heloísa.

Machado de Assis - obras

Comédia
Desencantos, 1861.Tu, só tu, puro amor, 1881.

Poesia
Crisálidas, 1864.Falenas, 1870.Americanas, 1875.Poesias completas, 1901.

Romance
Ressurreição, 1872.A mão e a luva, 1874.Helena, 1876.Iaiá Garcia, 1878.Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881.Quincas Borba, 1891.Dom Casmurro, 1899.Esaú Jacó, 1904.Memorial de Aires, 1908.

Conto:
Contos Fluminenses,1870.Histórias da meia-noite, 1873.Papéis avulsos, 1882.Histórias sem data, 1884.Várias histórias, 1896.Páginas recolhidas, 1899.Relíquias de casa velha, 1906.

Teatro
Queda que as mulheres têm para os tolos, 1861Desencantos, 1861Hoje avental, amanhã luva, 1861.O caminho da porta, 1862.O protocolo, 1862.Quase ministro, 1863.Os deuses de casaca, 1865.Tu, só tu, puro amor, 1881.

Algumas obras póstumas
Crítica, 1910.Teatro coligido, 1910.Outras relíquias, 1921.Correspondência, 1932.A semana, 1914/1937.Páginas escolhidas, 1921.Novas relíquias, 1932.Crônicas, 1937.Contos Fluminenses - 2º. volume, 1937.Crítica literária, 1937.Crítica teatral, 1937.Histórias românticas, 1937.Páginas esquecidas, 1939.Casa velha, 1944.Diálogos e reflexões de um relojoeiro, 1956.Crônicas de Lélio, 1958.Conto de escola, 2002.

Antologias
Obras completas (31 volumes), 1936.Contos e crônicas, 1958.Contos esparsos, 1966.Contos: Uma Antologia (02 volumes), 1998






Amanda, Daniela, Heboni e Heloísa

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Falta de Leitores

Os livros de alguns autores brasileiros não chamam a atenção dos leitores e principalmente dos jovens, pois os livros não trazem, muitas vezes, assustos que interessam a ele.Os autores brasileiros ultilizam uma linguagem que dificulta o entendimento dos leitores, por esse motivo a maioria prefere livros estrangeiros. Neles são abordados diversos tipos de assuntos, com uma linguagem de mais fácil entendimento.Para aumentar o número de leitores o governo brasileiro deve investir mais na educação, aumentando a quantidade de livros no país, também fazer projetos de de incentivo à leitura.Os autores devem abordar mais assuntos nos textos e utilizar outro tipo de linguagem.Os livros brasileiros deveriam ser mais interessantes para atrair diversos tipos de leitores, mas também beneficiam de alguma maneira como na linguagem culta.Alguns autores devem melhorar tipo de linguagem que utilizam e diversificar assuntos, para aumentar a quantidade de leitores de seus livros, isso também ajudaria na educação do povo brasileiro tornando o Brasil um país com mais leitores, e desfrutando da nossa literatura.
Marina e Heboni