terça-feira, 16 de setembro de 2008

Poema das Minhas Faces

Quando nasci, um anjo feliz
desses que vivem sorrindo
disse: Vai, Amanda! ser feliz na vida.

Os problemas perseguem os homens,
que correm atrás de soluções.
Se a vida fosse azul,
não haveria tanta guerra.

O bonde passa cheio de pessoas:
pessoas tristes, pessoas chorando.
Para que tanta tristeza, pergunta minha boca.
Porém meu coração
já sabe a resposta.

A garota atrás do cabelo
é feliz, simples e forte.
Quase não chora.
Tem amigos, grande amigos
a garota atrás do cabelo e dos olhos.

Meu anjo, não me abandonou
sabia que eu não era Deus,
sabia que eu iria ser feliz.

Mundo mundo vasto mundo,
se eu me chamasse Maria
não seria rima, mas seria feliz.
Mundo mndo vasto mundo,
mais feliz é meu coração.

Eu devo te dizer
que essa felicidade
que essa alegria
botam a gente agradecida com o anjo.

Poema de sete faces.

Quando nasci um anjo feliz
desses que vivem sorrindo
disse:Vai Marina! e seja feliz.

Para que a vida tão triste
pessoas insatisfeitas com tudo
O dia talvez fosse melhor
se não ouvesse tanta ganância.

O mundo é cheio de indiferenças
pessoas alegres, e pessoas tristes.
Para que tanta tristeza; pergunta minha mãe
Mas meu coração
se sente sempre feliz

A tristeza atrás da felicidade
é pequena, escondida.
Quase nunca apareçe
e tem pouca chance de se mostrar
maior que a alegria

Meu Deus por que me abandonaste
se sabias que eu talvez não conseguiria
me render a infelicidade.

Mundo, mundo vasto mundo
se eu não ,e chamasse Raimundo
seria triste,insatisfeito
mundo, mundo vasto mundo
mais vasto é minha felicidade

Eu não deveria dizer
mas essa alegria
essa felicidade
mostram pra gente a felicidade da vida.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Poema de Sete Faces - Marco

Quando nasci, um anjo quieto e feliz
desses que vivem por aí
disse: Vai, Marco! Ser feliz na vida.

As pessoas observam as outras
que procuram sempre saber
o que é o melhor
para conseguir saber viver.

O bonde passa cheio de gente
alguns calados, outros falantes
Eles falam de tudo, Meu Deus, o que fazerei
Porém meus olhos
Não perguntam nada.

O home atrás da realidade
é quieto, normal e feliz
quase não fala
mas tem muitos e bons amigos
o homem atrás da vida e da diversão.

Meu Deus, por que tão sério
se sabias que eu não era assim
se sabias que eu era quieto, mas feliz.

Mundo mundo vasto mundo
se eu me chamasse Raimundo
o que de diferente faria, qual seria a solução.
Mundo mundo vasto mundo
mais vasto é a minha imaginação.

Eu não devia te dizer
mas essa felicidade
Mas essa solução
Deixam a gente com muita aflição.

Marco

O Poema dos sorrisos

Quando nasci, um anjo feliz
desses que estão sempre alegres
disse: Lucas! Desce e espalhe a alegria.

O mundo se fecha para as pessoas
que vivem triste.
Cada problema piora,
se não ouver um sorriso no rosto.

O bonde da tristeza sempre passa:
com pessoas brancas, negras e mulatas.
Para que tanta pessoa triste se fechando,
se o mundo é tão lindo,
tão cheio de graça?

Um menino atrás do sorriso
porém sério, simples e forte.
Não dispença seus amigos,
com eles fica mais alegre,
e jamais perde a alegria.

Meu Deus! Porque me fizestes isso
se sabias que sou fraco,
se sabias que tenho sentimento?

Mundo mundo vasto mundo,
mesmo s
e eu me chamasse Raimundo
não perderia a alegria do mundo.
Mundo mundo vasto mundo,
esvazia meu coração de tristeza.

Eu nao devia ser assim
essas gargalhadas,
esses sorrisos,
só me fazem entristecer os outros.


Lucas

Poema da minha vida

Quando nasci, um anjo feliz
dessem que vivem rindo
disse: Vai Heboni, ser feliz na vida

As mulheres falam dos homens
que passam pela rua,
a tarde talvez fosse azul
se não hovesse tanta besteira

O bonde passa cheio de gente
uma bagunça, uma folia
Pra que tanta bagunça meu Deus, pergunta minha mãe
porém meus ouvidos
não escutam nada

As crianças brincam
alegres, cantam e pulam
Quase não conversam
tem pucos, raros amigos
as crianças atás da bola

Meus Deus, porque me abandonaste
se saibias que eu era fraco
e que eu não era Deus

Meu mundo vasto mundo,
se eu me chamasse Raimundo
seria uma solução e não uma rima
Meu mundo vasto mundo
mais forte é minha emoção

Eu não devia te dizer
mas essa vida
mas esse caminho
traçam meu destino.

sábado, 5 de julho de 2008

Dom Casmurro



Lucas
Marco
Rafael

terça-feira, 1 de julho de 2008

Biografia de Machado de Assis

Tanto falar, mas afinal, quem é Machado de Assis?

Ele, Joaquim Maria Machado de Assis, nascido no Rio de Janeiro, em 1839, filho de um operário mestiço de português e negro e que quando criança sofreu muito, ao lamento da morte de sua mãe, Dona Maria Leopoldina, portuguesa por sinal.

Foi criado por sua madrasta, mulata, como a primeira mãe, mas se dedicando à educação do menino, com a matrícula em uma escola pública, única que Machado freqüentará.

Sua saúde era frágil, era gago e epilético, mais um motivo de seu sofrimento na infância. Quando o pai morreu, Maria Inês, começou a trabalhar como doceira num colégio do bairro, e “Machadinho” se tornou vendedor de doces.

Mesmo sem cursos muito bons, teve muita vontade de aprender. Em 1855 fez o seu primeiro trabalho literário, um poema chamado “Ela”. Foi publicado em uma revista, que buscava talentos, com isso Machado de Assim foi um efetivo colaborador.

No ano seguinte começa a trabalhar de aprendiz de tipógrafo, e começa a escrever durante o tempo livre.

Em 1959 começa a produzir obras românticas e passou a fazer parte da edição de um jornal.

Seu primeiro livro impresso foi em 1861: “Queda que as mulher têm para os tolos” (como tradutor) e em 1864 foi o seu primeiro livro de poesias.

Depois se casa com Carolina Augusta Xavier de Novais, quando já era um escritor bem sucedido, mas o casamento durou 35 anos, quando sua mulher faleceu, mas sem filhos.

Seu primeiro romance foi publicado e depois não “parou” mais de publicar. Em 1882 publicou “Memórias Póstumas de Brás Cubas” que foi considerado, o pico do realismo da literatura brasileira.

Em 1891 escreveu “Quincas Borba”, outro livro muito conhecido e de grande expressão literária no Brasil.

Apenas em 1899 escreveu “Dom Casmurro”, outro grande livro também conhecidíssimo e de grande expressão na literatura brasileira.



Marco, Rafael e Lucas